Forza (2024)
Preferir falar ou morrer?
As ondas da madrugada lentamente me tragam
Como um caixote a deriva, estamos
Estático num pesadelo chamado agora
Fantasmas reais dentro de um guarda-roupas mofado
Fragmentos de mim espalhados por toda parte
Ilusões dentro da ilusão, the machine
Às vezes a petulância é quem toma de conta
Morrer…
Tem sido morrer desde novembro
Calar, pecar por escassez, perder
O som da voz rompeu o silêncio, escoou pelo deserto vermelho
O poeta e o pateta, o mesmo
Dúvidas, Dividas, Divisões
Velhas e novas emoções (ilusões)
Talvez outro dia, outro ano, que seja!
Aqui tem música, veja!
A força cabe nos bips, nas notas, em tudo mais
O som rompe a represa: liberta
A voz lá de cima diz: poeta
Falar…
Mil vezes.