Victor Hugo

Forza (2024)

Preferir falar ou morrer?

As ondas da madrugada lentamente me tragam

Como um caixote a deriva, estamos

Estático num pesadelo chamado agora

Fantasmas reais dentro de um guarda-roupas mofado

Fragmentos de mim espalhados por toda parte

Ilusões dentro da ilusão, the machine

Às vezes a petulância é quem toma de conta

Morrer…

Tem sido morrer desde novembro

Calar, pecar por escassez, perder

O som da voz rompeu o silêncio, escoou pelo deserto vermelho

O poeta e o pateta, o mesmo

Dúvidas, Dividas, Divisões

Velhas e novas emoções (ilusões)

Talvez outro dia, outro ano, que seja!

Aqui tem música, veja!

A força cabe nos bips, nas notas, em tudo mais

O som rompe a represa: liberta

A voz lá de cima diz: poeta

Falar…

Mil vezes.